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sábado, 23 de março de 2013

E quem irá dizer que não existe razão?


Ontem foi sexta, e quase todas as sextas pedem um bocado de descanso, sorrisos acompanhados com cerveja e companhia boa. E ontem, como nas minhas últimas sextas eu tive essas coisas que se espera desse dia. Diante das conversas, e de algumas garravas de cerveja já vazias eu comecei a pensar o porquê a grande maioria das minhas respostas para as perguntas que eles estavam me fazendo era um grande NÃO SEI. Logo eu, que tendo definir tudo o que acontece na minha cabeça... Que sou sempre assim: “hoje eu tô meio triste, ah, deve ser saudade, a minha cabeça tá doendo tanto... droga, dormi demais!” Logo eu, a que sempre arrumo uma causa e uma consequência, me vi assim, sentada numa mesa de bar, um pouco bêbada, sorrindo mais do que já é de costume, e simplesmente responde muitos NÃO SEI”.
Logo você? A minha amiga questiona... Ora, ora, engraçado isso não é? Ela exclama! E rindo, hoje, completamente sóbria, num sábado que teima em já querer ir embora, eu digo, a vida é um aprendizado tão grande, que te coloca em cada situação só pra te testar, só pra saber até onde você vai, até quanto você ama, até onde você acerta, até onde você erra, até quando é verdade ou mentira, e o mais engraçado é que ela só coloca a música, e ela só exige de você, dançar ou não? A escolha é sempre sua.
E não adianta muita teoria, muita razão, tem coisas que acontecem e que ela só te exige uma coisa: CORAÇÃO! E esse, acho, se tornou as minhas respostas: CORAÇÃO, gritando, pulsando, tendo coragem em admitir que realmente não sabe, não sei, deixa acontecer, se acontecer...
Que a vida me dê a graça de muitas músicas e muita coragem pra dançar, seja lá o ritmo que for... Sim, eu sei, nunca sei dançar nada, mas que eu me atreva a.


sábado, 16 de março de 2013

"e o vento leva..."


É estranho, o quê exatamente? Acho que tudo, tudo no momento. E de repente, eu sinto, na minha alma uma mudança que demorou, mas veio. Que eu vim procurando a mais de um ano com tanta ferocidade, e sim, ela veio. Hoje, sim, exatamente hoje, eu me olhei no espelho e não me reconheci, não reconheci essa menina que eu via, me deparei com a verdade em que antes, já tinha lido tantas vezes em livros diversos, aquela coisa de se jogar, de acabar, se destruir... E sim, eu sei que fiz tudo isso, e eu sei que fiz pra me reconstruir, pra voltar a me ver de novo, quem sabe, até melhor. Pra voltar a ter um orgulho absurdo de mim!           
Foram dias terríveis, mas deixo aqui, que esses dias acabaram. Quero voltar a me ver, quero me sentir feliz pelo jeito que eu sou. Quero me permitir ser feliz, plenamente, feliz. E se alguém, por qualquer outra razão, estiver lendo isso, não pense que me queixo de ter deixado tudo isso acontecer comigo. Eu sei o que eu permiti a mim, eu sei o que eu fiz ao meu corpo, as marcas que eu deixei na alma, no coração. E eu agradeço a cada coisa que eu permitir me deixar cair, a cada queda, a cada tropeço, a cada fraqueza e a cada deslize meu.
E eu agradeço, porque nada nessa vida me deixa tão feliz do que cair, machucar e logo depois levantar, e não por nada, nem por ninguém, mas por mim!   

quinta-feira, 7 de março de 2013

Às vezes


 Às vezes só precisamos dele, dela, ali... Com a gente, perto, junto. Porque às vezes tudo é tão sufocante que só queremos quem nós amamos ali, ao nosso lado, ao seu lado. Só para ouvir aquela voz amena, calma, dizendo: “vai ficar tudo bem, vai dar tudo certo”, parar de ouvir as próprias lágrimas caindo no escuro da noite, porque o outro está ali para apara-las, para beijar os olhos úmidos, para dar o colo, o carinho, o amor, e mesmo que tudo esteja uma bagunça, como uma mágica, tudo fica calmo, assim, sereno.
            “E eu só queria você aqui...”, você disse.
        “Desculpa por não poder estar”, foram as únicas palavras que pude falar, com o coração apertado.