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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Sabe?


Quem sabe um dia você resolve aparecer né?! Quem sabe, assim, tropeçando por aí, você, então, resolve esbarrar em mim. Não, erro meu, mais provável eu, quem sabe eu, um dia, andando como sempre distraída e avoada tropeço, então em você.
Vai ver, você foi preguiçoso e preferiu não vir, restando apenas a mim o “vir e permanecer”, somente, por e para mim. E aí quem sabe, quando me for permitido partir, talvez te veja. Pode ser também, que você quis se aventurar e procurar um novo par, assim, só pra distrair com aquele “nós”.  
Quem sabe, esse você nem exista né?! Afinal, dizem por lá e por aqui que esses casos são tão raros... Quem sabe, quem irá saber? 
Sei não... Só sei que ando por essas bandas de cá sabe? E cá entre nós, já estou um tanto cansada desse andar todo. Mas isso, ah, isso, ninguém sabe. 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Reticências? Não! Infinito...


...Ah esses três pontinhos... Se eles desembestassem a falar, digitar, escrever... Seria um tec tec tec descontrolado. Sempre tive fascínio por esses três pontinhos, na verdade, sempre acreditei que é exatamente neles que é possível encontrar a parte mais interessante de tudo, aquela mesma parte que você julga desnecessária ou então complexa demais (...). 
Ah esses três pontinhos... Passaria horas ouvindo o que eles queriam dizer, observaria atentamente cada vírgula implícita nesses três danadinhos misteriosos pontinhos. 
Afinal, quando nascemos, eles já estão lá... Quando morremos, também... Eles sempre sabem mais e será sempre a representação mais concreta dos segredos não contados e a parte mais interessante para os curiosos. 
Ah... Como esses três pontinhos me encantam... Para uns reticências, para pessoas como eu, INFINITO... 


sábado, 7 de abril de 2012

Entre duas cores e um amor


....

Ele insistia em dizer que a cor favorita dela era roxo, quando, na verdade, sempre foi azul.

__Mas eles não estavam noivos?

É, estavam.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Para Élvia


        Você deixou um recado no facebook dizendo que se preocupava comigo, que como íamos continuar sendo melhores amigas se não alimentávamos essa amizade, que sentia saudade, que tinha pensado em mim o resto da semana e que gostava muito de mim e então completou: “Desde 2005 nos vimos apenas duas vezes... tempo demais...”.
       E foi entre essas palavras que eu desmoronei! Logo em seguida você me ligou, passamos horas ao telefone, mas o que eu queria falar para você, eu não disse... “Perdoa-me se por vezes eu sou tão desligada ao ponto que esqueço que as pessoas não podem ler meus pensamentos, saiba que entre esses pensamentos: morro de saudade das nossas besteiras e risadas altas que só a gente consegue entender, das concepções por vezes ignoradas pelos outros e tão simplesmente aceitas por nós, das palavras “bonitas” que chamamos uma à outra, da nossa compulsão por livros, canetas, doces, cartas, legião...”. 
         Lembra quando nos conhecemos? As duas fugindo da aula de educação física? E em meio a nossa fuga bem sucedida eu perguntei o seu nome e você me respondeu: __Élvia! E logo eu perguntei: __Sua mãe é fã do Elvis? Lembra? Lembra? E desde então já se passaram 14, quase 15 anos. 
          Então, continuo a mesma besta de sempre e estou e estarei sempre por aqui... Obrigada por tudo! Eu amo você “Ervilha, com efeito, estufa”.