Você deixou um recado no facebook dizendo que se preocupava comigo, que como íamos continuar sendo melhores amigas se não alimentávamos essa amizade, que sentia saudade, que tinha pensado em mim o resto da semana e que gostava muito de mim e então completou: “Desde 2005 nos vimos apenas duas vezes... tempo demais...”.
E foi entre essas palavras que eu desmoronei! Logo em seguida você me ligou, passamos horas ao telefone, mas o que eu queria falar para você, eu não disse... “Perdoa-me se por vezes eu sou tão desligada ao ponto que esqueço que as pessoas não podem ler meus pensamentos, saiba que entre esses pensamentos: morro de saudade das nossas besteiras e risadas altas que só a gente consegue entender, das concepções por vezes ignoradas pelos outros e tão simplesmente aceitas por nós, das palavras “bonitas” que chamamos uma à outra, da nossa compulsão por livros, canetas, doces, cartas, legião...”.
Lembra quando nos conhecemos? As duas fugindo da aula de educação física? E em meio a nossa fuga bem sucedida eu perguntei o seu nome e você me respondeu: __Élvia! E logo eu perguntei: __Sua mãe é fã do Elvis? Lembra? Lembra? E desde então já se passaram 14, quase 15 anos.
Então, continuo a mesma besta de sempre e estou e estarei sempre por aqui... Obrigada por tudo! Eu amo você “Ervilha, com efeito, estufa”.

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