Não importa o que eu fui, o quão “garotinha da média 9.0 a 10.0” eu tentava ser, o tanto que eu corri e ainda sigo correndo para conseguir os meus objetivos, o quanto eu gritei, calei, segurei a raiva, a minha opinião e baixei a cabeça, nada disso mais importa, nada disso é o suficiente. Já não sou mais a filha, irmã, tia, professora, sobrinha, prima, não para eles, não para mim.
Sigo então, finalmente seguindo, finalmente não me importando, eu mesma, finalmente sendo egoísta, querendo e sendo o que é importante para mim.
E eu já disse que acho lindo quando você sorrir?
Não, eu sei que não...

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